Guilherme de Pádua no Ratinho


Acabo de ver a entrevista do Guilherme de Pádua no programa do Ratinho e sinceramente não sei o que pensar. Tudo bem que Glória Perez ameaçou o processar caso dissesse alguma inverdade sobre o caso. Conheci pessoalmente o Guilherme, pois fui fornecedor de equipamento de vídeo para a Igreja Batista da Lagoinha e tive contato com ele nesta circunstância, por isso, sei que ele realmente não tem muita destreza com palavras e gerenciamento de crises, mas não sei se ele realmente teve medo de falar ou se a produção do Ratinho o instruiu para que o programa voltasse a ter visibilidade.



Depois que o Galo teve repercussão internacional com a polêmica camiseta rosa, estou quase chegando a conclusão que o Ratinho jogou o Guilherme na fogueira para que Massa reapareça na mídia. Afinal, há muito tempo o programa de Carlos Massa não tem expressão.

Enquanto evangélico, acho que Guilherme deveria ter resumido seu discurso em: Era muito novo, egocêntrico, não tinha temor de Deus e por questões ligadas à carnalidade humana e sexual, cometi um crime horrendo do qual me envergonho grandemente, mas graças à misericórdia de Deus minha vida foi mudada e peço perdão a todos que causei sofrimento. Tive uma professora de Literatura que dizia que “menos é mais”. O bom comunicador é aquele que atinge o objetivo com o mínimo de palavras possível.




No fim da entrevista, Ratinho disse que terminaria o programa naquele momento porque: “esqueci que você é ator e está me enrolando”... “e se fosse a Glória Perez também não o perdoaria...” Resumindo, o apresentador só fez com que a opinião pública tenha ainda mais ódio de Guilherme, e de bandeja aproveitou para levantar a polêmica para que sites, jornais, programas e twitter’s do mundo todo voltem a falar sobre o quase esquecido programa do Ratinho. Já que se expôs, De Pádua vacilou por não falar nada concreto, e o plano infalível da produção do programa deu certo. Nos próximos 30 dias só se falará nisto. Agora vai ser Ratinho na Sonia Abrão, Tv Fama, e por aí vai. Ratinho ficou nervoso porque ele realmente não falou nada.
A IBL deveria ter instruído melhor seu membro e funcionário.

O plano para fazer o programa ressurgir das cinzas daria certo de qualquer jeito, mas a prolixidade de Guilherme turbinou o efeito.



Admiro imensamente a IBL e me chateia saber a forma como seremos vistos novamente.


Abraço,



Deus Abençoe.

Silas Douglas Fonseca

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