Quando uma coisa não é outra coisa
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.
Este é um jargão cômico que constantemente ouvimos alguém utilizar quando se fala em diferenciar situações. No entanto, quando se trata de ministério, parece que as coisas podem se misturar (mentira). Para que um seminarista recém-formado consiga exercer seu ministério pastoral (e aqui estou falando de alguém que tem chamado), ele precisa se virar ao avesso para conquistar a confiança do pastor e a simpatia dos membros; Mas quando é parente de alguém de peso (não necessariamente filhos de pastores) as coisas mudam. Vemos pregadores formados em “toque de caixa” (ou pior, sem formação nenhuma) que parecem ter sido feitos no micro-ondas. Em “5 minutos” são ungidos, consagrados como se a pomba do Espírito tivesse descido sobre eles e ninguém possa questionar.
Não estou falando que devemos ser insubmissos e fazer uma rebelião queimando alguns colchões na Igreja e pedindo o impeachment deles.
Não é o que falamos, mas como falamos.
Certa feita, eu estava a ministrar o louvor quando um pastor me chamou no canto do púlpito e me ordenou que mandasse descer uma das back’s vocais imediatamente. Eu respondi: Jamais serei insubmisso ao senhor, mas se a mandarmos descer sem pelo menos sabermos a versão dela, a perderemos para sempre. A ficha caiu e meu pastor me permitiu acabar o louvor e conversar com a garota ao fim do culto. Graças a Deus descobrimos que haviam levantado falso testemunho e que nada havia que a desabonasse. As a perdemos do mesmo jeito.
Citei este exemplo porque ultimamente tem sido constante um filho de alguém que até ontem nem dava as caras, já chegar querendo botar as cartas. Quando a pessoa tem chamado, o Espírito não só testifica como o respalda.
Lembro-me de um retiro em que fui que deparei com um rapaz bastante complicado, que não gostava nem de ouvir falar de crente e foi quase que empurrado pela família, e estava com aquela cara de paisagem durante as ministrações. De repente, pediu aos prantos que o batizassem imediatamente na piscina do hotel. Eu pensei: Deve ser pegadinha. Mas quando aquele homem saiu da água falando em línguas; falava com uma intrepidez que não deixava dúvidas. Em menos de um ano ele assumiu uma Igreja. É um homem cheio do poder de Deus, e seus futos o respalda.
O problema é que nossas Igrejas estão sendo invadidas por parentes que muitas vezes só trazem confusão por acharem que devem tratar os membros como vassalos. Querem reproduzir a arrogância de Roboão, dizendo: “Se meu pai vos carregou de um jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo”. Se querem apenas copiar Roboão, estão conseguindo. Estão causando separação no ministério que com tanto sacrifício seus pais construíram.
I Reis 12 – Roboão causa separação entre as tribos.

Pior do que quando um parente confunde as coisas achando que pode apontar qualquer um ou chamar atenção abruptamente como se fosse um comandante boina preta, é quando o culto é penalizado por questões familiares.
A última, foi quando o irmão de um líder que é o ministro de louvor oficial do seu culto, o boicotou simplesmente não indo fazer o louvor e deixou o culto a “Deus dará”. A intenção dele foi cumprida, Deus Deu a provisão e outra pessoa assumiu o louvor.
Ah! Claro, ele justificou dizendo que estava com raiva do irmão e não queria vê-lo por motivos pessoais.
Ou A Igreja aprende que Uma Coisa é uma Coisa e Outra Coisa é Outra Coisa, ou o:
“Eu e minha casa serviremos ao Senhor”, precisará de um adendo:
Ps: Em Igrejas distintas.
Paz
Douglas Fonseca
Este é um jargão cômico que constantemente ouvimos alguém utilizar quando se fala em diferenciar situações. No entanto, quando se trata de ministério, parece que as coisas podem se misturar (mentira). Para que um seminarista recém-formado consiga exercer seu ministério pastoral (e aqui estou falando de alguém que tem chamado), ele precisa se virar ao avesso para conquistar a confiança do pastor e a simpatia dos membros; Mas quando é parente de alguém de peso (não necessariamente filhos de pastores) as coisas mudam. Vemos pregadores formados em “toque de caixa” (ou pior, sem formação nenhuma) que parecem ter sido feitos no micro-ondas. Em “5 minutos” são ungidos, consagrados como se a pomba do Espírito tivesse descido sobre eles e ninguém possa questionar.
Não estou falando que devemos ser insubmissos e fazer uma rebelião queimando alguns colchões na Igreja e pedindo o impeachment deles.
Não é o que falamos, mas como falamos.
Certa feita, eu estava a ministrar o louvor quando um pastor me chamou no canto do púlpito e me ordenou que mandasse descer uma das back’s vocais imediatamente. Eu respondi: Jamais serei insubmisso ao senhor, mas se a mandarmos descer sem pelo menos sabermos a versão dela, a perderemos para sempre. A ficha caiu e meu pastor me permitiu acabar o louvor e conversar com a garota ao fim do culto. Graças a Deus descobrimos que haviam levantado falso testemunho e que nada havia que a desabonasse. As a perdemos do mesmo jeito.
Citei este exemplo porque ultimamente tem sido constante um filho de alguém que até ontem nem dava as caras, já chegar querendo botar as cartas. Quando a pessoa tem chamado, o Espírito não só testifica como o respalda.
Lembro-me de um retiro em que fui que deparei com um rapaz bastante complicado, que não gostava nem de ouvir falar de crente e foi quase que empurrado pela família, e estava com aquela cara de paisagem durante as ministrações. De repente, pediu aos prantos que o batizassem imediatamente na piscina do hotel. Eu pensei: Deve ser pegadinha. Mas quando aquele homem saiu da água falando em línguas; falava com uma intrepidez que não deixava dúvidas. Em menos de um ano ele assumiu uma Igreja. É um homem cheio do poder de Deus, e seus futos o respalda.
O problema é que nossas Igrejas estão sendo invadidas por parentes que muitas vezes só trazem confusão por acharem que devem tratar os membros como vassalos. Querem reproduzir a arrogância de Roboão, dizendo: “Se meu pai vos carregou de um jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo”. Se querem apenas copiar Roboão, estão conseguindo. Estão causando separação no ministério que com tanto sacrifício seus pais construíram.
I Reis 12 – Roboão causa separação entre as tribos.

Pior do que quando um parente confunde as coisas achando que pode apontar qualquer um ou chamar atenção abruptamente como se fosse um comandante boina preta, é quando o culto é penalizado por questões familiares.
A última, foi quando o irmão de um líder que é o ministro de louvor oficial do seu culto, o boicotou simplesmente não indo fazer o louvor e deixou o culto a “Deus dará”. A intenção dele foi cumprida, Deus Deu a provisão e outra pessoa assumiu o louvor.
Ah! Claro, ele justificou dizendo que estava com raiva do irmão e não queria vê-lo por motivos pessoais.
Ou A Igreja aprende que Uma Coisa é uma Coisa e Outra Coisa é Outra Coisa, ou o:
“Eu e minha casa serviremos ao Senhor”, precisará de um adendo:
Ps: Em Igrejas distintas.
Paz
Douglas Fonseca
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